Blog do Espaço Sementinhas

Alergia Alimentar

E hoje vamos falar um pouco sobre alergia alimentar. Antes de tudo, precisamos entender que alergia alimentar, é diferente de intolerância alimentar: o primeiro envolve a participação do sistema imune, causando desde uma simples urticária/coceira na pele (sintomas mais leve) até edemas nos olhos, lábios, orelhas e glote (sintomas mais graves), podendo levar a morte. Já a intolerância a um alimento, está relacionado a dificuldade em digerir determinadas proteínas, carboidratos ou outros nutrientes presentes nos alimentos, provavelmente por ter deficiência enzimática no sistema digestivo.

Estima-se que as reações alimentares por causas alérgicas acometam 6-8% das crianças com menos de 3 anos de idade e 2-3% dos adultos. Um dos principais alimentos que vem chamando a atenção pelo número crescente de diagnósticos de alergia e intolerância é o leite de vaca. Como a alergia ao alimento é mais recorrente em bebês e crianças pequenas, a mãe também deve se cuidar enquanto amamentando, pois, vários elementos que a mãe consome passam para o leite materno. Então, está valendo a mamãe também participar das restrições durante a amamentação.

Os alimentos mais citados como causadores de alergias alimentares são: leite, ovos, trigo, milho, camarão, peixe, soja, kiwi, morango, abacaxi, laranja, oleaginosas (amendoim, avelã, castanhas de caju e do Pará e nozes), entre outros. Cerca de 85% das crianças acabam diminuindo severamente a sensibilidade à maioria dos alimentos (ovos, leite de vaca, trigo e soja) que lhes provoca alergia entre os 3-5 anos de idade. Quanto ao amendoim, nozes, peixe e camarão, tal sensibilidade raramente desaparece.

Então, muita atenção quando oferecer os alimentos que fazem parte dessa lista aos pequenos, que seja sob atenta supervisão, e ao menor sinal de reação alérgica procurar ajuda profissional pois as reações são inesperadas.

• Mércia Scalia e Viviane Vasconcelos

Estima-se que as reações alimentares por causas alérgicas acometam 6-8% das crianças com menos de 3 anos de idade e 2-3% dos adultos

Cuidado com o uso prolongado da chupeta

Bom dia mamães e papais!

Estou bem próxima do limite que estipulei para o uso da chupeta que o baby Caio e eu gostamos tanto. (risos) Sim, ela foi maravilhosa e uma super companheira para acalmar meu filho, principalmente naqueles dias em que o cansaço bate de forma total, ou mesmo na rotina cansativa quando se tem um baby em casa sem babá e sem a família por perto para dar aquele ‘help’. Coloquei dois anos de idade como meta, porque acho que com a linguagem e o entendimento estabelecidos, fica mais fácil negociar, explicar e dizer o porque das coisas. Ele já entende, então vai ter que assimilar suas próprias frustrações sem precisar da chupeta e se tiver que chorar, vai chorar pelo período que achar necessário e terá a minha voz e o meu carinho como consolos. Parece que quando chega perto dos 2 anos você lida com várias cobranças: tirar a chupeta, tirar a mamadeira, tirar a fralda… Uiiiiii quanta coisa! Já defini o meu cronograma e vou começar pela chupeta. Uma coisa de cada vez e muita calma nessa hora. Não estou apostando com ninguém nenhuma corrida para fazer todas essas transições. Então vou respeitar o tempo do meu filho e o meu também.

E essa chupeta, tão querida, é sempre um tema de e-mails e pedidos de orientações dos nossos seguidores e leitores. Para nos ajudar, pedimos o super apoio do Espaço Sementinhas, creche/berçário/escola que tanto indicamos para vocês. Lá existe uma fonoaudióloga, a Carolina Morais Moura, que faz todo esse acompanhamento do desenvolvimento da fala e a chupeta tem sempre uma atenção especial.

Vamos ao texto?!
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A sucção de chupeta (sucção não nutritiva) tem sido motivo de preocupação para pais e profissionais que lidam com crianças as quais mantêm o uso deste tipo de bico como um hábito. O reflexo de sucção inicia-se a partir do quinto mês de vida intra-uterina e a partir do quarto mês de vida torna-se um ato volitivo, ou seja, de vontade do próprio bebê. Um bom exemplo do reflexo da sucção (sucção nutritiva) é quando a mãe aproxima seu peito à boca do recém nascido. A boca passa a ser um canal de entrada de informações e estímulos que junto com a língua regulam a respiração, sucção, deglutição e postura de cabeça e pescoço.

Esse hábito tem um papel importante no desenvolvimento emocional, ósseo e muscular da região oral, favorecendo o equilíbrio dessas estruturas.

A sucção da chupeta, muito arraigada em nossa cultura, sendo parte indispensável na lista de enxoval de várias famílias, é usada indiscriminadamente para acalmar seus bebês. A intenção não é recriminar o uso da chupeta, mas usá-la com prudência, não sendo a única alternativa na tentativa de acalmar a criança. É importante pensarmos no porque algumas crianças fazem uso excessivo desse recurso? Ela precisa estar a todo momento com ela na boca? Poderia ser evitado? Quais as consequências do uso abusivo?

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Seu uso inadequado e prolongado pode causar uma série de problemas como desvio nas arcadas dentárias, na musculatura da face, inadequação da musculatura labial e alterações na respiração e na fala.

Dificuldades na fala/linguagem – O ato de sugar ou chupar mantém a boca da criança em uma posição pouco natural, dificultando o desenvolvimento dos músculos da língua e dos lábios. Além disso pode atrapalhar o processo de desenvolvimento da linguagem, alterando o modo como os sons são pronunciados e forçando a língua a descansar numa posição pouco natural (baixa e projetada para frente)

Alterações Dentárias – Crianças com o hábito de chupar constantemente os dedos ou a chupeta podem ter problemas relacionados à oclusão dentária, levando a deformações com o crescimento dos dentes frontais superiores e problemas na mastigação.

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Alterações Respiratórias – O uso da chupeta faz com que a respiração seja mais frequente pela boca (respiração oral), o que piora a elevação do palato (céu da boca), diminuindo o espaço aéreo dos seios da face e provocando desvio do septo nasal. A respiração oral pode levar à diminuição da produção da saliva, aumentando o risco de cáries, alteração de postura, sono agitado, com ronco, deixando a criança cansada, sem vontade de brincar, desatenta, contribuindo assim para dificuldades escolares.

Como a respiração nasal tem a função de aquecer, umidificar e purificar o ar inalado e isto não ocorre de forma adequada na respiração oral, temos maiores chances de irritações da orofaringe, laringe e pulmões, que passam a receber um ar frio, seco e não filtrado adequadamente, ocasionando consequências como as infecções de ouvido, rinites e amigdalites.

Texto: Carolina Morais Moura, fonoaudióloga do Espaço Sementinhas.

A sucção de chupeta (sucção não nutritiva) tem sido motivo de preocupação para pais e profissionais que lidam com crianças as quais mantêm o uso deste tipo de bico como um hábito.

Uso de Chupetas

Os pais devem lembrar que quando o seu bebê chora ele está tentando dizer-lhe alguma coisa, por isso o melhor é que os pais tenham paciência para descobrir o que seu bebê quer e não simplesmente oferecer uma chupeta que o deixará quieto por alguns instantes e não satisfará a sua necessidade de verdade. Tente primeiro descobrir o que é que está incomodando o bebê, e use a chupeta como último recurso. Temos inúmeras maneiras de acalmar o bebê (carinho, colo, cantar, amamentar, etc.) sem a necessidade de utilização de um artifício que traz malefícios para a saúde do bebê.

Quais alterações a chupeta pode ocasionar?

Dificuldades na fala/linguagem – O ato de sugar ou chupar mantém a boca da criança em uma posição pouco natural, dificultando o desenvolvimento dos músculos da língua e dos lábios. Além disso, pode atrapalhar o processo de desenvolvimento da linguagem, alterando o modo como os sons são pronunciados e forçando a língua a descansar numa posição pouco natural (baixa e projetada para frente).

Alterações Dentárias – Crianças com o hábito de chupar constantemente os dedos ou a chupeta podem ter problemas relacionados à oclusão dentária, levando a deformações com o crescimento dos dentes frontais superiores e problemas na mastigação.

Alterações Respiratórias – O uso da chupeta faz com que a respiração seja mais frequente pela boca (respiração oral), o que piora a elevação do palato (céu da boca), diminuindo o espaço aéreo dos seios da face e provocando desvio do septo nasal. A respiração oral leva à diminuição da produção da saliva, que pode aumentar o risco de cáries. A respiração oral ocasiona alteração de postura, sono agitado, com ronco, deixando a criança cansada, sem vontade de brincar, desatenta, contribuindo assim para dificuldades escolares.

Como a respiração nasal tem a função de aquecer, umidificar e purificar o ar inalado e isto não ocorre de forma adequada na respiração oral, temos maiores chances de irritações da orofaringe, laringe e pulmões, que passam a receber um ar frio, seco e não filtrado adequadamente, ocasionando consequências como as infecções de ouvido, rinites e amigdalites.
Como ajudo meu filho a largar a chupeta?

– Tente desabituar o seu filho da chupeta, de preferência até aos 12 meses. Fique de olho e, quando ele for querer a chupeta, providencie algo para substituí-la. Se ele pega a chupeta quando está entediado, ofereça alguma atividade mais interessante, como um livro para folhear, ou faça caretas engraçadas para distraí-lo.
– Vá diminuindo aos poucos os períodos em que permite o uso da chupeta. Mas até que a chupeta seja totalmente abandonada, seja paciente.
– Faça um intervalo – deixe a chupeta fora durante um fim de semana ou numa altura em que a criança não a veja. A maioria dos bebês e crianças pequenas ficam inquietas apenas por dois ou três dias.
– Peça sempre para a criança tirar da boca antes de falar um com o outro.
– Se a criança tende a colocar a chupeta na boca quando está preocupada ou se sentindo insegura, ajude-a a explicar o que ela está sentindo. Faça perguntas para descobrir o que está acontecendo e conforte-a de outro jeito – com beijos e abraços, por exemplo.
– Para encorajar seu filho, elogie quando ele conseguir ficar sem a chupeta. Você também pode controlar o uso da chupeta, e deixar que ele a use só à noite ou na hora do cochilo.

E procure não oferecer a chupeta se ele não pedir.

– Restrinja a chupeta a momentos críticos do dia, como a hora de dormir ou quando seu filho está doente, se sentindo mal. Seja firme.
– Experimente usar um calendário para anotar os dias que seu filho ficou sem a chupeta. Para cada dia sem, marque com um adesivo colorido, como uma estrelinha dourada. E quando ele completar uma semana sem chupeta dê um prêmio, como um passeio especial ou uma brincadeira a dois.
– Se for premiar a criança por não usar a chupeta, prefira brincadeiras, passeios, privilégios, adesivos ou presentinhos simples — não dê doces a ela no lugar da chupeta.
– Reforce a ideia de que crianças mais velhas não usam chupeta — elas adoram se sentir mais crescidas.
– Incentive a criança a dar todas as chupetas para alguém — nem que seja o Papai Noel ou o coelhinho da Páscoa. E, depois que ela der, faça de tudo para não voltar atrás. Se não houver nenhuma data apropriada próxima, você pode inventar a “fada da chupeta”, que deixa um presentinho em troca.

Material elaborado pela Fonoaudióloga Carolina M Moura CRFa PE 8370 – Espaço Sementinhas

Procure não oferecer a chupeta se ele não pedir.

Por que as crianças mordem?

A mordida imprime na pele uma marca, e acredita-se que isso seja um fator importante para causar uma grande mobilização. Sabe-se que faz parte desta fase do desenvolvimento, mas quando acontece…

Este é um tema bastante discutido nas instituições de ensino que recebem crianças de 0 a 3 anos.

Na tentativa de respondermos o porquê as crianças mordem acreditamos ser importante compreender que:

– nascemos com reflexos e todo o trabalho do primeiro ano de vida das crianças é coordenar as partes do corpo, juntar este corpo que vai se constituindo como corpo com os objetos que encontra no ambiente;
-estas crianças utilizam a inteligência sensório-motora para entrarem em contato com o mundo;
– estão na fase do Egocentrismo, na qual a criança imagina que o mundo funciona e existe por causa dela;
-as necessidades, percepções e modos de expressão da criança estão originalmente concentradas na boca, língua e outros órgãos relacionados com a zona oral;
-as crianças estão em fase de amadurecimento e consequentemente estão aprendendo a exteriorizar o que compreendem do mundo ao seu redor;
– através do desenvolvimento do Sistema Nervoso Central começam a elaborar o TATO/ o OLFATO / o PALADAR – por fim a FALA;
-a expressão corporal é o vocabulário que a criança utiliza para comunicar seu estado interior, desejos, necessidades;

A par dessa contextualização vamos refletir sobre a criança que morde. Compreendemos que pode estar relacionado a:

– um comportamento voraz, movimento vital que a faz “atacar/explorar” o mundo. Todo sintoma tem sua vantagem, morder o outro provoca um evento como, o colega berra, ou pode ser a busca por uma resposta previsível. Consideramos importante esclarecer que a agressividade nesta fase deve ser vista como uma busca de contato e não como algo maldoso;
– pode ser um sinal de interesse afetar/interagir com o outro. Paradoxalmente, pode ser gostar demais do colega para se aproximar do que o outro tem de interessante. Nessa faixa etária o outro ainda é um objeto para mim;
– pode estar relacionado a ansiedade / insegurança (escolarização 2º corte do cordão umbilical). Precisa extravasar suas angustias e ansiedades. Como ainda não tem um repertório de vocabulário eficiente para comunicar esse desejo;
– porque uma criança escolhe outro como “vítima”? Porque se interessa por ela, seja pelos objetos que ela dispõe ou pelo tipo de atenção que recebe dos outros;
– impotência para falar quando já está maior;
– exploração motora;

Consideramos também ser importante refletir sobre a criança que é mordida, pois ser mordido uma vez pode ser acidente. Se isso acontece com frequência pode sinalizar uma necessidade de aprender a ser mais ativo na relação, se defender. Assim como quem morde precisa aprender a se expressar para alcançar o que deseja, quem sofre a mordida tem de descobrir como se comunicar para se defender.

A partir desta compreensão orientamos que pais e educadores:
-devem entender que a liberdade para a disputa é fundamental para o desenvolvimento humano, mas é claro que devem se empenhar para que esse comportamento seja controlado, incentivando a criança a utilizar sempre a linguagem verbal;
-palavras como “doi” e “não pode” são a melhor reação para orientar a criança a não morder (ser claro e pontual);
– conter tal comportamento sempre, impedindo que ele morda (de forma lúdica, não punitiva);
-dizer a ele que isso pode machucar as pessoas;
– intermediar a relação com as outras crianças de modo que tenha mais sucesso em sua interação;
-oferecer outro repertório com as outras crianças de modo que tenha mais sucesso em sua interação;
– atuar de forma previsível, mas com cuidado para não angustiar mais a criança. Ficar atento que a mordida pode acontecer em que momentos;
-estabelecer uma comunicação com a equipe de educadores;
– orientar quem mordeu;
– orientar quem foi mordido;
– tem momentos para juntar e para separar do grupo;
– professor sair para montar atividade e levar algumas crianças para ajudar;
– estimular outro tipo de contato físico – através do cuidado;
– ter um espaço amplo de atendimento aos pais;
– transformar sempre em NARRATIVA os fatos que aconteceram;
– observe em que situação a criança apela ao recurso da mordida. Se identificar, por exemplo, que ela morde por stress ou ao se sentir acuada, atue preventivamente. Isto é, ao perceber que ela vai enfrentar a situação, interceda ajudando-a a se expressar por palavras e evitando a “comunicação física”. Por exemplo, no tanque de areia: você percebe que ela vai morder colega que está com a pazinha. Interceder… Você quer a pazinha? CONTER – NARRAR;
– nunca estimule o revide;
-tente evitar o rancor contra a criança que mordeu;
– estimule a criança que foi mordida a dizer que não gostou de ter sido machucada;
– a criança não tem noção de tempo, por isso a resolução da mordida deve ocorrer de forma contextualizada;
-pais e educadores devem perceber a maneira como interage com a criança, pois muitas vezes são impulsivos na maneira de demonstrar carinho;
-não deve ter punição em casa – tem que ser dentro do contexto escolar;

As metas nesses casos de mordida serão de tornarem esses acontecimentos esporádicos.

Com essas orientações esperamos que algumas dúvidas tenham sido tiradas.

No Espaço Sementinhas nosso procedimento em caso de mordida é:
– comunicar a família (ligar antes que o responsável venha buscar)
– não falamos quem mordeu
– realizamos intervenções na sala de aula com a criança que mordeu, em caso de reincidência comunicamos aos pais o que está acontecendo e como estamos lidando com a situação, e orientamos quanto algumas conduções em casa, caso necessário.
– atendemos os pais da criança que foi mordida para esclarecimento dos fatos e orientações para conduções em casa;

Colocamo-nos a disposição para maiores esclarecimentos sobre esta temática. Atenciosamente,
Vivianne Calado.
Coordenadora do Espaço Sementinhas
(Psicóloga CRP 02/14235).

As crianças estão em fase de amadurecimento e consequentemente estão aprendendo a exteriorizar o que compreendem do mundo ao seu redor.

Psicomotricidade Relacional

A Psicomotricidade Relacional é uma pratica educativa, que no ambiente escolar tem uma abordagem preventiva. É uma pratica que através do jogo espontâneo, brincar livre, permitindo a criança, ao jovem e ao adulto, expressar, vivenciar, superar conflitos relacionais propiciando um bom desenvolvimento cognitivo, psicomotor e sócio-emocional.

O trabalho com argila permita as crianças vivenciar a sujeira, a bagunça e o caos promovendo sensações proprioceptivas estimulando os matizes sensoriais como a visão, olfato, paladar, tato e sensações viscerais. A argila provoca sensações de frio, gelado, molhado, ressecado, aspereza, arenoso estimulando o aprendizado através de sentimentos diversos, reconhecimento deste corpo, descoberta do corpo, a construção do vinculo com o outro, de sujar o outro, sentir o outro e a si mesmo.

O trabalho com argila permita as crianças vivenciar a sujeira, a bagunça e o caos promovendo sensações proprioceptivas estimulando os matizes sensoriais como a visão, olfato, paladar, tato e sensações viscerais.

Cuidado com os bebês e as crianças no Carnaval

Chega logo Carnaval!!! Muitos dos Pernambucanos aguardam ansiosamente esse momento do ano…

Mas o que fazer se tenho um bebê e/ou criança? Posso levá-lo para o Carnaval?

Primeiramente cada um precisa estar atento a sua realidade no momento atual.

Por exemplo, se tenho um recém-nascido, o risco de pegar alguma virose, nas aglomerações aumenta, então não seria prudente essa exposição.

Preciso levar em consideração o barulho para não irritar a criança, que pode desenvolver alguns sintomas durante a noite, por exemplo, a insônia.

Contudo, considerando que temos uma diversidade de opções em nossa cidade, podemos levar as crianças para alguns eventos sim! Pois existem vários espaços abertos e pólos que possibilitam a brincadeira com as crianças, mas é preciso redobrar o cuidado nesses eventos!

Cuidados recomendados por nós do Sementinhas:

– Antes de sair de casa, identifique seu filho com uma pulseirinha;
– Hidrate bastante;
– Alimentação: opte por furtas e comidas leves; tenha cuidado com alimentos vendidos na rua sem a higiene adequada;
– Colocar roupas, calçados e fantasias que não prejudiquem a respiração, locomoção e conforto das crianças;
– Colocar bastante protetor solar e repelente;
– Tenha cuidado com as brincadeiras com confetes e demais objetos que possam ser arremessados, evitando a possibilidade do engasgo ou outros tipos de acidente;
– Tenha cuidado com as brincadeiras de mela mela para não utilizar produtos tóxicos ou que possam causar alergia as crianças;
– Tenham atenção para que a diversão seja de toda a família, que as crianças aproveitem e vocês também, mas lembramos que os adultos da relação são os pais e que precisam ceder quando as crianças não conseguirem vivenciar da forma como vocês gostariam de brincar. A criança é espontânea e autentica na relação e pode expressar seu cansaço por meio de birras e choros de irritação, então fiquem atentos!

Nós do Time Sementinhas desejamos um animado feriado de Carnaval!

Sejam felizes sem moderação! Respeitando as relações!

Vivianne Calado
Psicóloga – CRP 02/14235

Tenha cuidado com as brincadeiras com confetes e demais objetos que possam ser arremessados, evitando a possibilidade do engasgo ou outros tipos de acidente.

O profissional em Nutrição

Com a ativa participação das mulheres no mercado de trabalho, as creches e berçários tornaram-se uma realidade para boa parte das crianças hoje, permanecendo, muitas vezes um longo período de tempo nesse ambiente. Ressalta-se então, a importância da influência da instituição na formação dos hábitos alimentares e juntamente com a família, estar atento às questões ligadas a educação alimentar, no sentido de despertar na criança a autonomia na escolha de bons alimentos.

O Nutricionista inserido nestes espaços, avalia e considera, além das necessidades nutricionais da criança, a adequação de cardápios a grupos específicos, de forma a atender às expectativas e melhorar a aceitabilidade. Preza também como fundamental, no que diz respeito à segurança no ambiente de produção desses alimentos, de modo a garantir que um público tão especial esteja recebendo um alimento livre de contaminantes e seguro para ingesta. Além disso, a visão educativa e de formação de hábitos alimentares saudáveis está sempre na pauta de montagem dos cardápios, em função da situação peculiar desse ambiente, já que estão sendo moldados o paladar e o despertar por sabores.

O profissional em Nutrição, busca atender todos esses pontos, levando em conta o sabor, a individualidade das faixas etárias, as intolerâncias, a explosão de crescimento e aprendizado, e de como pode ser divertido crescer bem e com saúde!

Então Papai e Mamãe, vamos trabalhar juntos?

#Égostosocrescerfelizesaudavel

O Nutricionista avalia e considera, além das necessidades nutricionais da criança, a adequação de cardápios a grupos específicos, de forma a atender às expectativas e melhorar a aceitabilidade.

Desmame

O período da amamentação é uma das fases mais sublimes na vida da mãe e do seu bebê porque, além de fortalecer o vínculo, permite que a criança se abasteça de todos os nutrientes necessários ao seu crescimento saudável.
É consenso que o leite humano é o alimento mais completo, tem tudo o que uma criança precisa nos primeiros meses de vida, carboidratos, proteínas, lipídeos e, inclusive, anticorpos que a protegem contra infecções e alergias. O leite materno traz várias vantagens: é prático, econômico e reforça o laço entre mãe e filho. A partir dos sexto mês, depois de só receber leite materno, a criança, deve começar a experimentar outros alimentos de forma lenta gradual, segundo recomendação da OMS.

A grande dificuldade para a decisão sobre o momento adequado para o desmame, é a impressão de que a mãe “perderá” seu bebê se o parar de amamentar. Até quando amamentar? Como realizar esse desmame? Essas estão entre as preocupações mais discutidas pelas mães de bebês. Isso acontece justo porque há dificuldade de se pensar como é possível enriquecer a vida da criança mesmo sem amamentar.

O ideal é que o desmame seja gradual. Inicia-se desmamando nos períodos em que você acha que ele sentirá menos falta, intercalando com alimentação líquida ou pastosa. Reforçar as refeições (café da manhã, almoço e jantar) do bebê e antes de dormir, oferecendo o peito somente depois destas refeições é uma das formas de desmame gradual. Esse é um período de transição alimentar importante para que se consiga o desmame completo.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde recomendam o aleitamento materno exclusivo até o bebê ter 6 meses. Depois dessa idade, o leite materno não contém mais, sozinho, todos os nutrientes de que o bebê precisa por isso outros alimentos passam a ser necessários para complementar a dieta. No entanto, muita mãe tem optado por manter o leite materno como dieta exclusiva de crianças que ultrapassam essa faixa etária. Se a criança mamar mais do que comer, isso pode vir a ser preocupante, já que o leite não supre mais todas as necessidades, principalmente de ferro. Outra questão é que algumas mães que têm dificuldades de realizar o desmame por viverem uma ilusão de abandono e separação que em nada se relaciona a alimentação.

Quando o conteúdo do leite já não tem a função de alimentação primordial, a introdução de novos alimentos faz-se necessária. Nessa fase, os bebês mostram que estão prontos para comer quando alguns comportamentos começam a aparecer, como quando colocam coisas na boca, já não põe a língua para fora (perdendo o reflexo de protrusão de língua, reflexo de proteção de vias aéreas), a criança já tem desenvolvidos os reflexos necessários para a deglutição, mostra curiosidade pela alimentação da família, começam a aparecer os primeiros dentes (o que promove a mastigação), e vai adquirindo as habilidades físicas, como sentar e deglutir, para consumir outros alimentos começando uma aventura de descoberta de sabores e texturas. Paralelamente inicia-se uma nova etapa no seu desenvolvimento que conduz à aproximação dos seus comportamentos e hábitos alimentares aos da família.
Com a dentição, inicia-se uma nova fase no desenvolvimento do bebé: a introdução de novos alimentos e a diversificação alimentar, com os sólidos, o bebê aprende a mastigar e a engolir. O sistema digestivo já amadureceu o suficiente e está preparado para lidar com os alimentos, para extrair e absorver os seus nutrientes, depois de ter digerido exclusivamente líquidos durante os primeiros meses de vida. O aparecimento dos dentes e as estruturas da fala são extremamente beneficiadas com os movimentos dos maxilares e da língua (mastigação) e com a coordenação entre a respiração e a deglutição.

Atualmente existem duas formas de iniciar a diversificação alimentar, a tradicional e a “baby – led Weaning” (BLW). Na diversificação tradicional os alimentos são apresentados ao bebé numa colher e a textura é alterada progressivamente, já na BLW os alimentos são apresentados de forma inteira deixando o bebé escolher o que come, agarrando os alimentos, incentivando assim a autoalimentação.

A adoção de práticas alimentares adequadas nos primeiros anos de vida é de extrema importância, pois esse é o período em que os hábitos alimentares são estabelecidos e que continuarão ao longo da vida. Portanto, período de introdução progressiva da alimentação complementar deve acorrer até os 12 meses, já que esta etapa conduz com frequência a problemas quando a criança não recebe uma dieta adequada, como dificuldades na alimentação com impacto negativo nos hábitos dietéticos em idades posteriores, além de trazer consequências indesejadas, como deficiência de crescimento. A diversificação alimentar contribui para que a criança adquira bons hábitos alimentares, integre-se ao ritual das refeições em família e desenvolva as suas competências sociais, além de ser uma alavanca para a aquisição de uma série de novas competências que auxiliarão no desenvolvimento da criança.

Material elaborado pela Fonoaudióloga Carolina M Moura CRFa PE 8370 – Espaço Sementinhas

O período da amamentação é uma das fases mais sublimes na vida da mãe e do seu bebê.

James Heckman e a importância da educação infantil

Entrevista da veja.abril.com.br/revista-veja/ a James Heckman no dia 22 de setembro de 2017.

O Nobel de Economia, que falará em São Paulo nesta segunda 25, diz que investir nos anos iniciais das crianças é o caminho para o país crescer

Por Monica Weinberg

O americano James Heckman, 73 anos, é reverenciado tanto em sua área de origem, a economia — que lhe rendeu o Prêmio Nobel em 2000 —, como na educação, que ele investiga com a curiosidade de quem ama calcular. Heck­man criou métodos científicos para avaliar a eficácia de programas sociais e vem se dedicando aos estudos sobre a primeira infância — para ele, um divisor de águas. É sobre esse assunto que falará, na segun­da-feira 25, no encontro Os desafios da primeira infância — Por que investir em crianças de zero a 6 anos vai mudar o Brasil, organizado pelas revistas Exame e VEJA e apoiado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, pela Funda­ción Femsa e pela United Way Brasil. Professor na Universidade de Chicago, Heckman veio uma dezena de vezes ao Brasil. Estava no Rio quando recebeu o telefonema de sua vida. “Disseram-me que seria premiado com o Nobel, e eu achei que era trote”, revela ele, que fala com rara propriedade sobre o país.

Veja mais neste link

Heck­man criou métodos científicos para avaliar a eficácia de programas sociais e vem se dedicando aos estudos sobre a primeira infância

A importância no período de adaptação

No Espaço Sementinhas cuidamos com muito carinho da adaptação de seu filho e da sua família, pois acreditamos que para deixar seu bebê num espaço educativo, essa relação deve iniciar desde o primeiro encontro. Dessa forma, estabelecemos uma relação próxima e afetiva com todas as famílias e crianças, pois entendemos que nosso espaço tem o dever de vivenciar o que prega.

Compreendemos a adaptação como um momento de prevenção e cuidado importante para a família e para a criança que se lança num processo de socialização.

Para a família a adaptação é importante por ser um período em que os pais ou responsáveis iniciam uma relação de confiança com a equipe, conhecem de perto todos os procedimentos e podem visualizar a criança na interação com seus pares e com o time. Essa experiência permite que os pais passem segurança para a criança e todo o processo de adaptação seja um sucesso. Além de facilitar a passagem de informações sobre a criança: como maneira que gosta de dormir, tomar banho, trocar fralda, alimentar-se, e outros procedimentos do seu dia a dia.

O processo de adaptação tem seu tempo determinado por diversos fatores, podendo variar amplamente de caso para caso. Muitas vezes, depois de adaptado, mesmo que por um longo período, fatores externos ou do próprio desenvolvimento infantil podem levar o processo a recomeçar.

Adaptar-se a um novo ambiente, as novas rotinas, as pessoas não familiares, as separações diárias e a ausência da mãe/pai colocam-lhes uma significativa exigência social e emocional. Diante disso, recomenda-se que durante esse período de adaptação, a mãe, o pai ou outro familiar possa ficar junto à criança para auxiliar na exploração desse novo ambiente e no estabelecimento de novos relacionamentos com as educadoras e outras crianças.

A adaptação pode ser difícil não só para a criança, mas também para a família e para o educador, pois implica reorganizações e transformações para todos. A forma como esse processo é vivenciado pelas pessoas envolvidas influencia e é influenciado pelas relações da criança.

O choro é comum durante esse período, tanto na chegada, quando a criança é deixada na instituição pelos pais, como na saída quando os pais retornam para buscá-las. Existem inúmeras manifestações como gritos, reações de mau humor, bater nas pessoas, deitar-se no chão, reações de passividade, de apatia, de resistência à alimentação ou ao sono e comportamentos regressivos. Porque adaptar-se a algo necessita de tempo, conhecimento, experiência e, às vezes um primeiro ato de negação do novo, do desconhecido.

Os fatores que interferem na adaptação são:

– a segurança dos pais em deixar terceiros cuidar de seus filhos;

– a escolha da instituição;

– o número de educadores;

– a estrutura da instituição;

– a postura dos educadores;

– a idade das crianças;

– o temperamento da criança;

– e a segurança emocional da criança.

Como é o processo de adaptação no Sementinhas:

Solicitamos o preenchimento do Questionário Relacional que após preenchido é repassado para as educadoras terem um conhecimento prévio da criança que estarão recebendo.
Consideramos ainda importante realizar uma entrevista inicial (anamnese) para que possamos conhecer um pouco mais da criança e da dinâmica familiar para assim facilitar a construção do vínculo, como também realizar orientações. Essa entrevista é realizada por mim, Psicóloga da instituição que, repasso um resumo para as educadoras, no intuito de informar aspectos que possam facilitar a acolhida da criança e da família, como também contribui no olhar para a criança durante sua estada em nossa instituição. Nesse momento da entrevista já orientamos como poderá se realizar o processo de adaptação.
Nos primeiros dias, o responsável, ou alguém que tenha uma boa vinculação com a criança, permanece dentro da sala para apresentar a instituição, pessoas e rotina à criança e aos poucos ir fazendo a passagem da referência para a professora e/ou auxiliar que estará acompanhando a turma.
Pedimos que os pais não saiam do ambiente sem se despedir da criança, mesmo que essa fique chorando, pois isso poderá gerar uma quebra de confiança na criança que se sentirá insegurança.
O horário dos primeiros dias deve ser reduzido e aumentando de forma gradativa de acordo com o tempo da criança e também da possibilidade dos pais, pois em alguns casos não têm com quem deixar.
Estabelecemos uma comunicação muito próxima com os pais para que fiquem mais seguros e repassem esse sentimento para os filhos. Possuímos um sistema de câmeras por toda a instituição que facilita aos pais acompanharem em tempo real que tipo de atividade eles estão realizando; comunicamos-nos muito por telefone repassando informações sobre alimentação, socialização, primeiras vinculações.
Ressaltamos ainda que na busca de um atendimento de qualidade e respeitando as diferenças de cada criança e sua família, desde o início, investimos fortemente nessa parceria.

Vivianne Calado – Psicóloga do Espaço Sementinhas

Compreendemos a adaptação como um momento de prevenção e cuidado importante para a família e para a criança que se lança num processo de socialização.

A Importância do Brincar

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Os dias modernos vêm impondo diversas mudanças no modo de viver, agir e pensar da sociedade. E o ato de brincar não está longe disso, tem se tornado algo eletrônico e banalizado, onde o contato entre as crianças é deixado de lado. O brincar é extremamente importante para o desenvolvimento da criança. É através da brincadeira do simbólico que a criança entra em contato com suas fantasias e pode, assim, externalizar seus medos, angústias, desejos, raivas, alegrias, ou seja, seus sentimentos.

O relacionamento criança-criança, criança-adultos e criança-objeto é algo extremamente importante para o desenvolvimento da criança, pois é a partir da relação que o sujeito se diferencia do outro e se reconhece na sua singularidade.

Na brincadeira não é diferente. É nela, que uma criança se aproxima ou se afasta do outro. Inicialmente, ela brinca sozinha ou manipula brinquedos, só depois o infante vai socializando e buscando o outro para brincar, permitindo assim o processo de troca entre seus pares. Desta forma, a criança desenvolve a aprendizagem de novos conhecimentos, já que este ato propicia o pensar, o agir, o acolher, o escolher, o nomear, o criar, o deduzir, o fantasiar, além das frustrações e experimentações.

Desta forma, é importante refletir sobre o não-brincar. A falta desta prática contribui na formação de um sujeito rígido, ou até mesmo, de uma criança adultizada, onde as responsabilidades e a seriedade antecipada não permitem os sonhos de criança.

Dito isto, é de suma relevância a passagem por todas as etapas do desenvolvimento físico, cognitivo, social e emocional. A brincadeira possibilita para a criança, o falar corporal do adulto.

Então por que não experimentar cair na brincadeira com seus filhos?

Quem sabe até voltar um pouco no tempo e se sentir novamente aos cinco, oito ou doze anos?

Fazendo isto, a relação com os seus filhos se tornará mais próxima e acolhedora, ajudando à conhecê-los melhor e também se auto-avaliar nesta relação pais-filhos. Este momento pode acontecer de várias formas, e vocês podem encontrar este ponto de partida através de desenhos ou contação de histórias.

Lembrem-se sempre: a criança precisa Brincar! Então, pais, que tal começar?

captura-11Rafaella Brito

CRP: 02/14627
rafaellabrito11@gmail.com

O relacionamento criança-criança, criança-adultos e criança-objeto é algo extremamente importante para o desenvolvimento da criança.

Fonoaudiologia na creche

Os limites e possibilidades do trabalho fonoaudiológico em berçários é norteado pela ênfase na prevenção e na promoção de saúde. Portanto, o objetivo da fonoaudiologia neste ambiente é, não só detectar as alterações da linguagem e dificuldades alimentares, mas, principalmente, de dar possibilidades para a otimização do desenvolvimento, criando condições favoráveis e eficazes para que as capacidades individuais possam ser ao máximo exploradas, acreditando que as experiências são facilitadoras do desenvolvimento e aprendizagem. Como as creches constituem local em que as crianças passam grande parte de seu tempo, isso, facilita o aproveitamento do potencial infantil, gerando condições essenciais que propiciem o desenvolvimento harmonioso da criança. A valorização da interação entre adulto/criança e criança/criança amplia a competência comunicativa, sempre através de atividades lúdicas e de estratégias que estimulam compreensão e expressão oral e gráfica, podendo envolver inúmeras situações, como a roda de conversa, o conto e reconto de histórias (narrativas), jogos de linguagem, em que a ampliação de vocabulário, coesão, coerência, capacidades de antecipação, fechamento e solução de problemas, estarão subjacentes.

Esse trabalho pode envolver as mais diversas áreas da fonoaudiologia, como linguagem oral e escrita, fala, audição, funções alimentares, voz, saúde bucal, dentre outros. Porém, nessa faixa etária o enfoque principal é a linguagem com o objetivo de estimular sua aquisição de acordo com seu desenvolvimento, aumentando o vocabulário das crianças, através de brincadeiras, leitura de estórias e dramatizações e amotricidade oral, buscando-se observar e orientar questões relacionadas ao desmame de chupetas e mamadeiras, consistências das dietas e desenvolvimento eficaz do sistema estomatognático para uma boa qualidade de fala. Neste aspecto compreende-se também orientação sobre aimportância dos hábitos alimentares e de higiene bucal através de pequenas atividades educacionais e recreativas e do acompanhamento e orientação da escovação dental.

O fonoaudiológico atua como facilitador / orientador do desenvolvimento da linguagem, assessoria e supervisão às educadoras e aos demais funcionários da creche que, mesmo de forma indireta, se relacionem com os alunos; realiza atividades de estimulação em áreas especificas, além de orientação aos pais e educadores, e caso necessário, o encaminhamento para atendimento fora do ambiente escolar em serviços especializados.

Carolina Morais Moura

CRFa – PE 8370

Esse trabalho pode envolver as mais diversas áreas da fonoaudiologia, como linguagem oral e escrita, fala, audição, funções alimentares, voz, saúde bucal, dentre outros.