81 3019 9167 - Whatsapp 81 9 9240 4986 [email protected]

E hoje vamos falar um pouco sobre alergia alimentar. Antes de tudo, precisamos entender que alergia alimentar, é diferente de intolerância alimentar: o primeiro envolve a participação do sistema imune, causando desde uma simples urticária/coceira na pele (sintomas mais leve) até edemas nos olhos, lábios, orelhas e glote (sintomas mais graves), podendo levar a morte. Já a intolerância a um alimento, está relacionado a dificuldade em digerir determinadas proteínas, carboidratos ou outros nutrientes presentes nos alimentos, provavelmente por ter deficiência enzimática no sistema digestivo.

Estima-se que as reações alimentares por causas alérgicas acometam 6-8% das crianças com menos de 3 anos de idade e 2-3% dos adultos. Um dos principais alimentos que vem chamando a atenção pelo número crescente de diagnósticos de alergia e intolerância é o leite de vaca. Como a alergia ao alimento é mais recorrente em bebês e crianças pequenas, a mãe também deve se cuidar enquanto amamentando, pois, vários elementos que a mãe consome passam para o leite materno. Então, está valendo a mamãe também participar das restrições durante a amamentação.

Os alimentos mais citados como causadores de alergias alimentares são: leite, ovos, trigo, milho, camarão, peixe, soja, kiwi, morango, abacaxi, laranja, oleaginosas (amendoim, avelã, castanhas de caju e do Pará e nozes), entre outros. Cerca de 85% das crianças acabam diminuindo severamente a sensibilidade à maioria dos alimentos (ovos, leite de vaca, trigo e soja) que lhes provoca alergia entre os 3-5 anos de idade. Quanto ao amendoim, nozes, peixe e camarão, tal sensibilidade raramente desaparece.

Então, muita atenção quando oferecer os alimentos que fazem parte dessa lista aos pequenos, que seja sob atenta supervisão, e ao menor sinal de reação alérgica procurar ajuda profissional pois as reações são inesperadas.

• Mércia Scalia e Viviane Vasconcelos